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06/10/2013

Jornal Hardmusica - Anjos, venham mais 15 anos

Agendado para 05 de Outubro, os Anjos comemoram os seus 15 anos de carreira no Campo Pequeno.

Ainda se estava a dar a entrada para o espectáculo e já se viam fãs com aurelas e asas de anjos. 
Os Anjos marcaram uma geração que fez questão de comemorar esta data especial com eles. No público havia alguns graúdos, mas na sua maioria eram jovens e adolescentes, que sabiam e tinham as letras das músicas na ponta da língua.
O concerto começou com a música inconfundível “Estou aqui”, à qual o público reagiu bastante bem e quase a cantou na íntegra em vez dos artistas. 
Na playlist constavam músicas antigas, que marcaram todo o seu trajecto, e outras mais recentes. Entre os grandes êxitos destacam-se as músicas “Perdoa”, “Renascer” e “A vida faz-me bem”. Incluíram ainda sucessos associados à novela “Vingança”.

A música “Virar a página” teve uma abordagem diferente, pois foi introduzida por um jornalista da TVI, como se fizesse parte de um noticiário. 
O jornalista anunciava que, com a crise, as pessoas andavam pessimistas, mas que os Anjos iam ajudá-las a “Virar a página”. 

Todo o espectáculo teve bastante animação e interacção com o público. Vários grupos de pessoas mostravam cartazes com a palavra “Obrigado”, público e artistas agradeceram-se mutuamente. 

Muitas foram as vezes em que os irmãos agradeceram todo o carinho e apoio ao longo destes anos, e eram brindados com uma salva de aplausos.
Os Anjos reservaram uma surpresa para esta noite, contando com a participação de Agir, filho de Paulo de Carvalho, que cantou com eles uma música. Agir trouxe uma musicalidade mais hip-hop/rap, e a reacção do público foi óptima.
A parte final deu-se um pouco mais a baladas, antigas e recentes, mas que, independentemente do tempo em que foram lançadas, mexeram com um público e criou-se um ambiente mais acolhedor.

Sérgio e Nelson prometem que este não é o último concerto e que os Anjos vão continuar a dar que falar.

http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=17313 )

02/10/2013

Jornal Hardmusica - Anjos fazem um balanço de 15 anos de carreira

Os Anjos celebram 15 anos de vida, e para celebrar esse acontecimento irão realizar um concerto único e especial no Campo Pequeno no dia 05 de Outubro.
O Jornal Hardmusica falou com Nelson Rosado sobre este concerto e sobre a carreira da dupla.

Jornal Hardmusica: O que pode o publico esperar do concerto de dia 05 de Outubro?
Nelson Rosado: Olha é um concerto único, é um concerto que visa celebrar os 15 anos de carreira.
Já passaram 15 anos, parece que foi ontem, é uma coisa estranha pois eu não sinto que tenham passado 15 anos deste projecto mas já lá vão 15 anos; e faz mesmo em Outubro que assinámos o primeiro grande contrato com a NZ produções na altura e foi ai que ficou registado o nome da banda e se começou a produzir o álbum “Ficarei”.

É um espectáculo que sendo único tem uma produção distinta, algo arrojada para aquilo que é normal em nós... um concerto cheio de músicas que conhecem e vou ficar a espera de um concerto muito dinâmico com os temas que o pessoal todo conhece. 
Há uma grande surpresa, uma musica que terá um arranjo novo, que servirá de preparação para o novo single e deixar no ar aquilo que será o próximo álbum de originais a lançar no próximo ano. É o fim da nossa tournée de verão…

Jornal Hardmusica: Pela mesma editora?
Nelson Rosado: Em principio sim, mas eu nunca tenho certezas de nada. Mas se também não for ninguém morre. A Farol e a TVI são nossos parceiros nesta loucura do Campo Pequeno.
O alinhamento é extremamente dinâmico e dentro do que disse, as pessoas vão ouvir temas que conhecem.

Jornal Hardmusica: Campo Pequeno com duas horas no mínimo?
Nelson Rosado: Não sei. Vamos ter um convidado especial, surpresa e ninguém está a espera. 
Não tem nada a ver com a Farol, é um miúdo muito alternativo e não tem nada a ver com os nossos estilos de musica mas é um grande amigo nosso e filho de um grande senhor da musica portuguesa. 
Vai participar na re-mistura do single que gravámos há três anos atrás e que agora vai ter uma nova roupagem. Vai ser uma musica diferente e mostrar aquilo que queremos fazer daqui para o futuro.
Jornal Hardmusica: O que te traz saudades do tempo da boys band de hà 17 anos atrás?
Nelson Rosado: Nós tínhamos acabado de sair de um programa de televisão e conhecíamos pouco do meio musical profissional.
Vínhamos do amador e os Sétimo Céu abriram essa porta, o profissionalismo. Os Sétimo Ceu foi um projecto importante na nossa carreira que teve a sua altura e o momento certo. 
Temos falado mais com o Telmo, o Pedro já há dois anos que não o encontro mas quando nos encontramos é uma festa. 
Foi uma experiencia de boys band, tínhamos um estilo alternativo, havia os Excesso com um sucesso brutal, muito acima dos Setimo Ceu, uma maquina de marketing superior à nossa, muito a frente, deram-nos um pouco o espaço para aquilo que os Excesso não tinham, é engraçado porque havia espaço para as duas bandas.

Jornal Hardmusica: Como foi trabalhar com o Nuno e com o Zahir?
Nelson Rosado: Foi marcante. Foi um prato onde comi e não cuspo, passe a expressão, mas eu acho que saímos na altura certa, tivemos lá um ano e meio. Sabiamos o que queríamos para a nossa carreira, as ideias não convergiam no mesmo sentido e antes que houvesse rupturas, vimos qual era a maneira legal e correcta de sair e foi isso que aconteceu.
Não tenho mais nada a crescentar à NZ, pois eram muito à frente e tenho pena que tenham saído de mercado. Mas é uma parte da nossa carreira que eu gostaria de salientar que foi importante, eles tiveram um papel importantíssimo naquilo que são hoje os Anjos.
Jornal Hardmusica: Nestes quinze anos quantos discos?
Nelson Rosado: Muitos. Nos primeiros anos gravávamos dois por ano, era uma violência mas temos seguramente doze de originais, cerca de dois ao vivo, cerca de três ou quatro dvd´s.
Fomos a primeira banda portuguesa a gravar um dvd ao vivo e com a estrutura que foi gravada na altura, a primeira banda portuguesa a ter um dvd de platina. 
Artistas portugueses que vão ao Brasil e fazem sucesso em nichos de mercado são maioritariamente da World Music, ligados ao fado e os instrumentistas, mas a NZ hoje deve fazer um mea culpa, mas não saberiam o que tinha acontecido quando fomos ao Planeta da Xuxa no Project na Colombia, eu hoje sei o que tinha acontecido, em 1999, mas estávamos a estoirar aqui com o Perdoa.
So que no Brasil teríamos que ficar alguns meses e eles tiveram algum receio, talvez excessivo, abdicar disto que era garantido e estar a investir lá, mas eles devem estar a torcer a orelha, eu iria torcer a orelha se tivesse no lugar deles, nunca pensei que fosse possível chegarmos ao Aeroporto e termos imensas pessoas a nossa espera. 
Houve tanta coisa boa que aconteceu, não houve coisa más e as coisas menos boas que aconteceram não tem importância. Estamos aqui em pulgas para saber como vai aderir o publico ao Campo Pequeno. 
Os ensaios ainda não começaram, não vamos estar a alterar muito do que temos estado a fazer, já com os nossos músicos, à excepção do convidado, não é um concerto de Anjos e amigos, é apenas os 15 anos dos Anjos.

Jornal Hardmusica: Porquê 05 de Outubro?
Nelson Rosado: Foi uma junção de peças feliz, não foi no dia 05 de Outubro que assinámos contrato com a NZ, mas o facto de bater no sábado, no mesmo mês, representa muito. Como temos sido mensageiros de uma mensagem positiva, vamos associar-nos a este dia de uma forma positiva. 

20/04/2013

JORNAL AKADEMIA - Anjos levam ao céu Vila-Realenses


No segundo dia da semana mais esperada pelos estudantes subiram ao palco Anjos e Linda Martini.
Abertura foi em grande, Anjos sobem ao palco com o tema “Vingança” para dar as boas-noites aos estudantes e vila-realenses. Com duas horas e meio de concerto, o público vibrou do primeiro ao último minuto.
Nélson Rosado, cantor dos Anjos, contou como foi voltar à cidade de Vila Real seis anos depois, “Foi uma grande alegria, porque nós sempre fomos bem recebido aqui!”. E aproveitou ainda para recordar tempos passados, “Foi um concerto muito especial, foi um regresso à semana académica da UTAD. Ficamos impressionados com a produção local, vila real cresceu. Esta tenda … Lembro-me que chegámos apanhar chuva … (risos)”.
“É fantástico ver a reacção das pessoas! Foi arrepiante, muitas das músicas eram cantadas do início ao fim. Ver a nossa música a passar de gerações em gerações, faz-nos pensar de como será daqui a 10 anos” referiu o irmão, também cantor dos Anjos, Sérgio Rosado
Com um projecto acústico em mãos, hoje mudaram de ritmo, revelaram que após que 15 anos de música ainda “sentem aquele arrepio na pele ou o friozinho no estômago quando subimos ao palco”.
Para o público esta noite foi um reviver da infância, como conta Fábio Marques. “Foi um voltar aos tempos de pequeno. Foi muito bom gostei imenso, nunca pensei que pudesse ver tanta gente junta a cantar Anjos”.
Flávia Castro, aluna do primeiro ano de Ciências da Comunicação, também revelou ter gostado do concreto e de ter na ponta da língua todas as músicas. “Adorei, cantei do início ao fim do concerto.”
“Gostei imenso, quando vi que os Anjos vinham cá fiquei super ansiosa para saber como iria ser um concerto deles, e digo foi brutal…”disse Ana Panoias de Arquitectura Paisagista ao Akademia.
Os Linda Martini continuaram o espectáculo. O bar académico finalizou mais um noite da Semana Académica da UTAD.